Sabia que uma criança obesa tem 40% de chance de se tornar um adulto obeso?
A obesidade infantil é uma das maiores preocupações dos pediatras nos dias de hoje.
O cuidado com a alimentação da criança começa no útero. Tudo o que mãe come, bebe ou inala vai para o bebê. Então, se a mãe ingere muito doce durante a gestação, existe um risco muito grande de essa criança incorporar esse hábito.
A escolha alimentar nos primeiros 1000 dias interfere diretamente na saúde da criança a partir daí. E os hábitos alimentares adquiridos pela criança serão determinantes na sua saúde bucal.
Por isso, a gestante deve se alimentar de forma saudável, sob orientação de seu médico.
Até os seis meses de vida, uma das maneiras mais eficazes de evitar esse problema é dar o peito. O leite materno é tudo o que ele precisa para crescer saudável e com menor risco de se tornar obeso: água, proteínas, vitaminas, minerais e gorduras. Tudo na medida exata para o desenvolvimento da criança. O aleitamento materno protege o bebê contra infecções, diminui o risco de obesidade e problemas de mau posicionamento dos dentes.
Depois dos seis meses, frutas e papinhas passam a complementar a alimentação do bebê, além da amamentação. A mãe deve optar por alimentos frescos e ricos em nutrientes, pois nessa fase é mais fácil controlar e ensinar hábitos saudáveis. Variedade é a palavra! A criança só vai comer o que os pais oferecerem. Se eles optarem por frutas, legumes e verduras variados, a chance de ela crescer habituada a opções mais saudáveis é maior.


